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Saúde Mental da Infância e da Adolescência – O Olhar do Terapeuta Ocupacional

Maio 18 * 6:00 pm - Maio 27 * 9:00 pm

71€

Modalidade de formação:

Formação contínua

Área de formação:

726.08 – Terapia e Reabilitação

Calendário e Duração:

Dias 18, 19 e 27 de Maio

Das 18h às 21h

Enquadramento/Pertinência:

A pandemia e os confinamentos, trouxeram desafios imensuráveis a todos. O equilíbrio ocupacional foi alterado e as “sequelas” a nível da infância e adolescência estão a surgir nos diversos contextos. A escola que foi em casa, a casa que foi escola e trabalho… a dificuldade em fazer escolhas, os limites no regresso.
Urge olhar a identidade ocupacional, urge olhar o papel do terapeuta ocupacional na saúde mental infantil e juvenil.
Ser capaz de avaliar e intervir numa época onde os écrans entraram pelas casas, onde as escolhas sedentárias foram potenciadas pelo medo de sair à rua, onde a esfera social tão rica para o crescimento salutar foi suspensa, é uma mais valia para todos os profissionais e para as as crianças e adolescentes que estes acompanham.

Organização da formação:

Online

Associação Portuguesa de Terapeutas Ocupacionais

Objectivos gerais:

No final da formação os formandos deverão aplicar competências de observação e avaliação, que lhes permitam entender os diversos significados que, em pedopsiquiatria, um mesmo mesmo sintoma pode ter; de traduzir sinais e sintomas de forma a permitir uma correcta interpretação dos mesmos; de assumir uma postura de envolvimento no projecto terapêutico como tradutores da criança nos seus diversos contextos.

Objectivos específicos:

No final da formação os formandos deverão ser capazes de:

(Saber saber)

– Planear uma intervenção em ambiente escolar à luz da saúde mental

– Identificar linhas estratégicas da União Europeia para a Saúde Mental e bem estar

– Identificar níveis, modalidades e programas de intervenção

– Reconhecer desafios das famílias

– Seleccionar recursos das famílias

– Reconhecer diagnósticos mais comuns e avaliar impacto na funcionalidade

– Seleccionar métodos de avaliação compreensiva da criança/adolescente

– Identificar estratégias de observação clínica directa

– Enumerar instrumentos de avaliação

(Saber fazer)

– Preparar e realizar uma avaliação compreensiva da criança/adolescente

– Interpretar sinais e sintomas usando as técnicas aprendidas

– Medir impactos na funcionalidade tendo em conta os instrumentos discutidos

– Preparar planos de intervenção que contemplem a abordagem partilhada na sessão

(Saber ser)

– Assumir uma postura de intérprete e tradutor de sinais e sintomas, utilizando técnicas, instrumentos e procedimentos discutidos na formação

– Assumir uma postura de advogado da criança e adolescente

Destinatários:

Terapeutas ocupacionais e estudantes de terapia ocupacional.

Conteúdos programáticos:

– Primeira entrevista
Não há uma segunda oportunidade para criar uma primeira impressão. Com base
nesta premissa vamos olhar ao potencial da primeira Entrevista, como ferramenta de avaliação
e vinculação ao processo terapêutico. Quem vem? Quem fica? Pedido vs necessidade.

– Sinais, queixas e comportamentos
Ver para além de olhar. Um sintoma na infância e adolescência é muitas vezes apenas
a ponta do icebergue, e outras vezes é apenas resultado do hiper foco. A importância da leitura e
tradução dos sinais e sintomas, das queixas e comportamentos. Como é que na avaliação do desempenho ocupacional uma queixa pode ter significados diferentes?

– Observação e Avaliação em Terapia Ocupacional
A uniformização da terminologia é importante para credibilizar o trabalho do
terapeuta na comunidade cientifica. Além da terminologia especifica da terapia ocupacional, é
importante reconhecer/identificar termos utilizados em pedopsiquiatria e de como este nos
ajudam a compreender o quadro clínico.

– Sistema Familiar
Os sistemas funcionam em equilíbrio, assim explica a cibernética. A família é um
sistema, a escola é um sistema, os serviços são sistemas … e quando se iniciam
acompanhamentos terapêuticos, o terapeuta entra no sistema familiar e em conjunto criam
um novo sistema. Qual o papel do terapeuta ocupacional na família? Diferentes tipos de abordagem.. em
diferentes tipos de família.

– Intervenção
O terapeuta é o primeiro recurso na intervenção em saúde mental. As atividades são
mediadoras da relação terapêutica, e deverão ser ajustadas de acordo com o
interesse/motivação do utente, mas focadas no raciocínio clínico do terapeuta. Este equilíbrio
nem sempre é fácil. Vamos explorar construção de atividades/jogos bem como manipular
materiais já existentes.

Metodologia de Formação:

Métodos utilizados: expositivo, interrogativo e activo

Metodologia de Avaliação:

Formativa – Observação da execução de exercícios práticos; formulação de questões orais.

Sumativa – Teste de escolha múltipla

Assiduidade dos Formandos:

Os formandos deverão procurar comparecer a 100% do tempo total da formação. A assiduidade é verificada através da do registo pelo formador na folha de presenças. Os atrasos superiores a 15 minutos, relativamente aos horários estabelecidos carecem de justificação. Compete ao Coordenador de cada formação a aceitação de justificações de faltas apresentadas pelos formandos, registando na folha de presenças se a mesma será justificada ou não.

Condições de Certificação Final:

Aos formandos será entregue um certificado de formação certificada emitido através da plataforma SIGO.

Recursos Didáticos/Pedagógicos:

-Computador
-Powerpoint
-Datashow
-Vídeos
-Materiais exemplificativos

Recursos Físicos:

Instalações e equipamentos específicos adequados à realização da formação.

Formadora:

Mafalda Correia

Terapeuta Ocupacional com experiência na área da psiquiatria da infância e da adolescência, nas várias valências, internamento, hospital de dia, equipa de ligação e consulta externa. Desde sempre ligada ao contexto hospitalar e privado, com diversidade clínica significativa. Responsável pelo Hospital de Dia, onde exerce funções como Terapeuta Ocupacional. Colabora com diversas faculdades, como orientadora de estágios. Foi professora convidada no IPBeja. Participou em diversos congressos e formações nacionais e internacionais, nas áreas da pedopsiquiatria, neurodesenvolvimento e terapia familiar. Formação complementar em Terapia Familiar, Integração Sensorial e outras metodologias de intervenção mais específicas na área da criança e adolescentes. Faz parte de um conjunto de terapeutas que acreditam poder fazer mais e melhor…. os terapeutas ocupacionais.

Valor:

[ANTECIPADAS] Inscrições/pagamentos realizados até 13 de Maio:

– Sócios APTO – 71 € (isento de IVA)
– Não sócios – 79 € (isento de IVA)

– Grupos (mínimo 3 pessoas – necessário colocar o nome dos colegas nas observações no momento da inscrição) – 70 € por pessoa (62 € por pessoa para sócios APTO)

 

[NORMAIS Inscrições/pagamentos realizados a partir de 11 de Maio :

– Sócios APTO – 80 € (isento de IVA)
– Não sócios – 89 € (isento de IVA)

– Grupos (mínimo 3 pessoas – necessário colocar o nome dos colegas nas observações no momento da inscrição) – 80 € por pessoa (72 € por pessoa para sócios APTO)

 

Dados para pagamento:

Titular: Associação Portuguesa de Terapeutas Ocupacionais
IBAN: PT50 0033 0000 0000 9554 0160 5


Detalhes

Início:
Maio 18 * 6:00 pm
Fim:
Maio 27 * 9:00 pm
Custo:
71€
Categoria de Evento:
Etiquetas de Evento:
, , , , ,

Local

Online

Organizador

Associação Portuguesa de Terapeutas Ocupacionais

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